James Cameron provou novamente que nunca se deve apostar contra ele. Apenas 12 dias após sua estreia (em 18 de dezembro), ‘Avatar: Fogo e Cinzas’ já ultrapassou a marca impressionante de US$ 805 milhões nas bilheterias mundiais.
O terceiro capítulo da saga de Pandora domina os cinemas neste final de ano, mostrando fôlego para perseguir o clube dos “2 Bilhões”, onde seus antecessores habitam.
O Desafio dos Bilhões
Embora o número inicial seja gigantesco, a barra de sucesso para a franquia é altíssima:
- Avatar (2009): Lucro superior a US$ 2,9 bilhões.
- O Caminho da Água (2022): Lucro superior a US$ 2,3 bilhões.
Para ser considerado um sucesso equivalente, Fogo e Cinzas precisará manter esse ritmo frenético durante todo o mês de janeiro de 2026.
O Que Há de Novo: Fogo e Violência
O grande atrativo deste terceiro filme é a introdução do Povo das Cinzas. Diferente dos pacíficos Metkayina (clã da água) ou dos Omaticaya (floresta), esta nova tribo vulcânica é agressiva e antagonista.
- A Líder: O grupo é liderado por Varang, interpretada por Oona Chaplin (neta de Charles Chaplin e ex-Game of Thrones).
- Novo Narrador: Outra mudança drástica é a perspectiva. A narração sai de Jake Sully (Sam Worthington) e passa para seu filho, Lo’ak (Britain Dalton), consolidando a passagem de bastão geracional.
O Futuro da Franquia
Se você acha que a história acaba aqui, engana-se. Cameron já tem o cronograma definido até a próxima década, embora os hiatos sejam longos:
- Avatar 4: 21 de dezembro de 2029 (Salto de 4 anos).
- Avatar 5: 19 de dezembro de 2031 (Conclusão da saga).
Se as datas se mantiverem, a saga será concluída 22 anos após o lançamento do filme original.