Crítica | O Cavaleiro dos Sete Reinos’ conquista pela simplicidade e pela química perfeita entre Dunk e Egg | Ep. 1

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Esqueça por um momento as intrigas complexas de Porto Real ou as batalhas sangrentas de Game of Thrones. A nova aposta da HBO, “O Cavaleiro dos Sete Reinos”, chegou provando que Westeros também pode ser palco de aventuras mais intimistas e “honestas”.

A crítica especializada tem elogiado a estreia justamente pela mudança de tom. A série funciona como uma “tragicomédia” medieval e uma clássica Jornada do Herói, apoiada quase inteiramente nos ombros de seus dois protagonistas.

A Química de Milhões

O grande destaque é a dupla principal. Peter Claffey entrega um Dunk (Sor Duncan) cheio de camadas: humilde, corajoso, mas com uma ingenuidade que o torna cativante. Ele é o contraponto perfeito para o pequeno Dexter Sol Ansell (Egg), descrita pela crítica como uma “presença apaixonante” e sagaz, roubando a cena sempre que aparece.

Um Novo Som em Westeros

Outro ponto alto é a trilha sonora. Pela primeira vez, Ramin Djawadi (compositor das séries anteriores) passa o bastão. O novo compositor, Dan Romer, trouxe uma sonoridade mais “fabulesca” e etérea, usando cordas para dar leveza à aventura, diferenciando bem a atmosfera da série em relação às suas “irmãs maiores”.

Conclusão: O Cavaleiro dos Sete Reinos é uma adição leve e necessária ao universo de George R.R. Martin. Uma aventura de estrada que vale cada minuto.

Um comentário em “Crítica | O Cavaleiro dos Sete Reinos’ conquista pela simplicidade e pela química perfeita entre Dunk e Egg | Ep. 1

  1. Euclides disse:

    Adorei o primeiro episódio.

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