Se você foi dormir cedo, perdeu o episódio mais sombrio da temporada. A madrugada desta segunda-feira (16) não foi apenas “pós-Paredão”: foi um colapso coletivo. Com Marcelo, Solange Couto e Samira na berlinda, a casa do BBB 26 virou um caldeirão de choro compulsivo, crises de ansiedade e, nas sombras, o início de um motim liderado por Ana Paula Renault.
Enquanto alguns participantes desabavam em lágrimas, outros afiavam as facas para derrubar seus próprios aliados.
“Sociedade Não Me Queria”: O Colapso de Marcelo 😭💔
O momento mais tenso da noite foi protagonizado por Marcelo. Isolado na área externa, o brother teve uma crise de choro visceral, relembrando traumas pesados de bullying e rejeição.
“Não foi fácil minha infância… Todo mundo ria de mim, riam daquele jovenzinho afeminado que a sociedade não queria. Eu botava o lençol na cara e ficava com ansiedade”, desabafou ele, aos prantos.
Em um apelo desesperado para as câmeras, ele implorou aos pais: “Sei que posso ter feito alguma besteira, mas não me abandonem”. Mas a tristeza virou raiva: Marcelo culpou Maxiane pela sua ida ao Paredão, chamando a ex-aliada de “cruel”.
O Motim das Mulheres: “Chega de Ser Comandadas!” ⚔️🚫
Enquanto o choro rolava lá fora, no quarto, a revolução começou. Ana Paula Renault e Milena decretaram o fim da submissão aos homens do grupo.
“Domingo que vem vamos voltar a comandar. Chega de ser comandadas! Eles acham que nos têm nas mãos, mas nós vamos dar o recado. Vai ser nova gestão“, disparou Ana Paula, prometendo que ninguém mais vai controlar o voto delas.
Mente Destruída: Chaiany Acusa o Golpe 🧠📉
A estratégia de Jordana funcionou. Chaiany admitiu para Samira que está psicologicamente abalada com a frase da rival sobre ela “não ser prioridade de ninguém”.
“Tem uma coisa que ela falou que tá me martelando… ela sabe de alguma coisa que eu não sei”, confessou a goiana, paranoica e insegura sobre sua posição no grupo.
A madrugada só teve uma pausa no terror: o relato eufórico de Gabriela e Chaiany sobre a ida à Sapucaí. Mas nem o brilho do Carnaval conseguiu apagar o climão de “fim de mundo” que tomou conta da casa.